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Por que realizar testes de usabilidade separadamente para desktop e mobile?

Dispositivos desktop e mobile não são apenas diferentes em termos de tamanho de tela, mas também na forma como os usuários interagem com eles. 

E se cada dispositivo possui uma realidade e uma forma diferente de navegação, não dá para realizar um teste de usabilidade único envolvendo dados de navegação desktop e mobile, não é mesmo? Ou, ainda, ignorar essas distinções na hora de analisar os dados, certo?

Neste artigo, explicamos as diferenças cruciais entre esses suportes e porque a abordagem de testar separadamente é uma escolha inteligente. Acompanhe e confira!

 

Desktop, mobile e as diferenças cruciais desses suportes

Pense sobre a sua forma de uso: você navega pelos sites e realiza as tarefas da mesma maneira quando está em frente ao computador e quando está usando o seu celular?

É muito simples e notável, né? Usuários têm comportamentos distintos ao utilizar dispositivos desktop e dispositivos móveis. 

Isso pode ser visto através das métricas de desempenho, como taxas de conversão, tempo de permanência e taxa de rejeição, e também se explica por muitos motivos, derivados das diferenças cruciais entre essas plataformas…

 

Tamanho de tela e resolução

Desktop: Telas maiores proporcionam mais espaço para exibir informações detalhadas. A resolução geralmente é mais alta, permitindo layouts complexos e elementos visuais elaborados.

Mobile: Telas menores exigem layouts mais simplificados e designs responsivos para garantir a legibilidade e a usabilidade. A resolução limitada impõe restrições à quantidade de conteúdo exibido simultaneamente.

Formas de interação

Desktop: Os usuários interagem principalmente por meio de mouse e teclado, possibilitando ações precisas e navegação detalhada. Os cliques são a principal forma de interação.

Mobile: A interação é predominantemente baseada em toques na tela. Gestos como deslizar e beliscar também são recursos possíveis e comuns. E a navegação simplificada é essencial para acomodar a interface de toque.

Conectividade e largura de banda

Desktop: Geralmente, a conexão de banda larga é estável, permitindo carregar mais rápido conteúdos pesados, como imagens de alta qualidade e vídeos.

Mobile: A largura de banda pode variar significativamente, especialmente em redes móveis. O carregamento eficiente e a compressão de dados são cruciais para uma experiência de usuário fluida, e merecem atenção.

Contexto de uso

Desktop: Os dispositivos desktop são muitas vezes utilizados em ambientes mais fixos, como escritórios e residências, onde os usuários podem se concentrar por períodos mais longos.

Mobile: Já os dispositivos móveis, como o nome sugere, são usados em movimento e contextos mais dinâmicos e variados. Por isso, a experiência deve ser adaptada para sessões curtas e uso em trânsito.

Comportamento do usuário

Desktop: Nesse tipo de navegação, os usuários podem estar mais propensos a realizar pesquisas detalhadas, preencher formulários extensos e realizar transações complexas.

Mobile: Há a preferência por ações rápidas e informações diretas. Formulários devem ser simplificados e o processo de checkout deve ser otimizado para a praticidade.

Orientação da tela

Desktop: Geralmente, a tela é horizontal, favorecendo layouts mais amplos e panorâmicos.

Mobile: A orientação pode ser tanto horizontal quanto vertical. O design deve ser flexível para se adaptar a ambas as situações, garantindo uma experiência consistente.

Navegação em múltiplas páginas

Desktop: A navegação por meio de várias abas e janelas é comum no desktop, permitindo que os usuários explorem diferentes seções e sites simultaneamente.

Mobile: Geralmente, no celular os usuários preferem uma abordagem de navegação por uma única página, com menus simplificados para facilitar o acesso rápido.

 

Viu só como desktop e mobile são mundos diferentes que precisam ser considerados e coordenados? Isso sem considerar as diferenças de hardware, sistemas operacionais e outros aspectos técnicos e estruturais.

E se a entrega dos sites deve ser adaptada a essas diferenças, faz todo sentido considerá-las na hora de realizar testes de usabilidade e validar otimizações, não?

 

Por que testar separadamente é uma boa ideia?

Indo direto ao ponto, um teste único pode não capturar as peculiaridades de cada suporte e comprometer a confiabilidade dos resultados e a eficácia das melhorias implementadas.

Já ao testar desktop e mobile de forma separada, você tem a oportunidade de:

  • Analisar de forma mais profunda as métricas de desempenho; 
  • Identificar problemas, demandas e preferências específicas de cada plataforma;
  • Personalizar e otimizar a experiência do usuário de forma assertiva em ambas;
  • Garantir que a coesão da identidade da marca e da usabilidade, independentemente do dispositivo utilizado pelo usuário.

Resumindo: Investir em testes separados é investir na experiência do usuário e não apenas uma escolha estratégica, mas uma necessidade na era da diversidade digital!

 

O que levar em consideração ao realizar seus testes?

Ok, você já entendeu que o melhor caminho é realizar testes separados para desktop e mobile, mas o que não pode deixar de levar em conta nesse processo? Aqui estão alguns aspectos essenciais para os seus testes, independente da plataforma em foco:

  • Design responsivo: Certifique-se de que seu site tenha um design responsivo, adaptando-se automaticamente às diferentes telas. Isso é fundamental para garantir uma experiência consistente em todos os dispositivos.
  • Navegação intuitiva: Considere as diferenças de interação entre o mouse/teclado e o toque na tela. A navegação deve ser intuitiva em ambas as plataformas, sempre facilitando a experiência do usuário e a jornada de compra.
  • Velocidade de carregamento: Monitore e procure otimizar a velocidade de carregamento do seu site, tanto no desktop quanto no mobile. Esse detalhe influencia diretamente na satisfação do usuário e nas taxas de conversão!

Para além disso, não se esqueça de colocar em prática os melhores métodos e estratégias para potencializar seus testes e análises. Esses conteúdos podem te ajudar:

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